sexta-feira, 22 de março de 2013

Silas Malafaia critica Conselho de Medicina por apoiar o aborto

O pastor reafirma que a vida começa na concepção e que o feto não é continuidade do corpo da mulher
Silas Malafaia critica Conselho de Medicina por apoiar o aborto Silas Malafaia critica Conselho de Medicina por apoiar o aborto
O pastor Silas Mafalaia criticou a posição do Conselho Federal de Medicina (CFM) em favor da liberação do aborto até a 12ª semana de gestação, caso a mãe decida interromper a gravidez por sua própria vontade.
Pelas leis brasileiras o aborto só pode ser feito nos casos de estupro ou quando a gestação coloca em risco a saúde da mãe. No ano passado o Supremo Tribunal Federal também liberou o procedimento quando for identificado que o feto é anencéfalo.
A opinião dos médicos que fizeram parte da primeira reunião do CFM de 2013 será enviada para o Senado defendendo a alteração do Código Penal para que as mulheres que decidirem abortar façam isso nos primeiros três meses de gravidez.
Indignado com a proposta, Malafaia escreveu que o Conselho Federal de Medicina tem que rasgar o código de ética por não estar lutando em favor da vida, como diz o juramento feito pelos médicos. “O pequeno bebê no útero da mãe na 12º semana está totalmente formado”, diz.
O pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo sustenta sua posição de que a vida começa da concepção e que nenhum ser humano é mais humano do que o outro. “A diferença entre o óvulo fecundado e entre eu e você é o tempo e a nutrição”, diz ele que é formado em psicologia.
“A vida se dá na concepção. É um ato continuo quer intra ou extrauterino, até a morte. Na gestação o agente passivo é a mãe, o ativo é o pequeno bebê e é ele quem faz cessar os ciclos da mãe, é ele quem regula o líquido amniótico e, em última instância, é ele quem determina a hora de sair.”
Malafaia também contesta a afirmação de que o aborto daria autonomia para que a mulher possa decidir sobre seu próprio corpo. “O pequeno bebê no útero da mãe não é um prolongamento dela, é um ser independente que está em simbiose com ela por nutrientes para o seu desenvolvimento, até o momento da sua chegada ao mundo”, diz ele que conclui. “Um embrião já é uma pessoa, pois não pode se tornar outra coisa a não ser uma pessoa.”
Vídeo explica como é realizado o aborto

O apresentador do programa Vitória em Cristo aproveitou o espaço em seu site, Verdade Gospel, para postar também o vídeo do doutor Bernard Nathanson que relata como o aborto é feito.
O médico americano conta que se arrependeu de ter realizado tantos abortos e até fechou as clínicas que ele mantinha nos Estados Unidos.
Assista:

 

Magno Malta convoca população para ato público contra o aborto


O Conselho Federal de Medicina é a favor da legalização do procedimento desde que a gestação não tenha mais do que 12 semanas.


Magno Malta convoca população para ato público contra o aborto Magno Malta convoca população para ato público contra o aborto
O senador Magno Malta (PR-ES) e a Frente Parlamentar da Família estão organizando um ato público contra o aborto para a próxima terça-feira (26) em Brasília a partir das 10h.
A ideia é juntar a população brasileira que é contra a prática do aborto e fazer uma contra proposta ao Conselho Federal de Medicina (CFM) que vai enviar um pedido ao Senado pedindo a alteração do Código Penal para que a mulher possa interromper a gravidez de forma legal com até 12 semanas de gestação.
A proposta do CFM não foi aceita pelo senador que tem lutado por temas ligados à defesa da família brasileira. “É promover a morte em série no Brasil, os abortistas estão batendo palma”, disse ele.
Magno Malta recebeu apoio de diversas entidades e associações que também são contra à descriminalização do aborto, entre elas a Federação Espírita do Espírito Santo, a Associação Médica Espírita, e a Associação Jurídica Espírita que assinaram um manifesto a favor da dignidade humana e contra o aborto social dizendo que “o ofício da morte não pertence aos homens e sim a Deus”.
O aborto é uma das grandes polêmicas que envolvem a revisão do Código Penal Brasileiro, o senador capixaba já apresentou 28 propostas para essas alterações que serão feitas nas leis brasileiras, incluindo as que são totalmente contrárias a legalização do aborto no país.
Quem também criticou a posição do CFM foi o pastor Silas Malafaia dizendo que o Conselho deveria rasgar o código de ética.
No Brasil o aborto só não é considerado crime quando a gravidez é fruto de estupro, quando a mãe corre risco de morte ou quando o feto for anencéfalo. No pedido apresentado pelo Conselho Federal de Medicina, a mulher que não quiser ter o filho poderia recorrer ao procedimento abortivo dentro dos primeiros três meses.

“Os evangélicos não são todos iguais”, frisa campanha contra Feliciano


Rede Fale quer desvincular imagem de evangélicos de pastores que estão na mídia

“Os evangélicos não são todos iguais”, frisa campanha contra Feliciano "Os evangélicos não são todos iguais", frisa campanha contra Feliciano
Um dos primeiros grupos evangélicos a se levantar contra Feliciano, a rede FALE congrega 30 organizações evangélicas em 17 Estados. De Belo Horizonte, Caio Marçal, secretário de mobilização da Rede Fale, explica em entrevista ao site Diário do Centro do Mundo que é um missionário, mas frisa que “Os evangélicos não são todos iguais”.
“O discurso do ódio só interessa a quem quer espalhar temor e pânico”, explica. “Há muitos de nós que não concordamos com a maneira como Marco Feliciano opera. Ele se utiliza de um discurso odioso e agressivo. Nós desejamos o debate, mas considerando o direito do outro a fazer suas escolhas. Eu faço parte de um grupo que crê que todo ser humano é alcançado pela graça de Deus. Por mais pecadores que sejamos, Jesus olha para as pessoas em sua essência”.
Marçal acredita que não existe necessidade de o país ter uma bancada evangélica porque “A igreja não precisa de defesa. Ao invés de defender os evangélicos, é melhor defender o povo como um todo”.
Para ele, a questão é simples “O Evangelho não endossa esse tipo de postura. Aprendemos a não agredir e a oferecer a outra face. Tocar os que estão à margem. Não podemos estar mancomunados com o poder ou com um projeto de poder. Nosso projeto é de serviço, de servir o outro. Não se trata de dominação e controle”.
Assim como muitos evangélicos, ele não concorda com Feliciano nem como deputado nem como pastor. “Essa leitura teológica do Feliciano é equivocada. Pastores como ele têm uma posição privilegiada. A fixação pelo dinheiro tem a ver com a Teologia da Prosperidade, criada por religiosos americanos. Eles precisam ter um estilo de vida condizente com o que pregam: avião, carro importado etc. Mas há igrejas evangélicas na periferia, na cracolândia, nas favelas. Isso não está na mídia. Boa parte do que aparece sobre os evangélicos na mídia é por causa desses caras. Dá essa ideia de que todos funcionamos da mesma forma”.
Esse debate acirrado de segmentos evangélicos conta os homossexuais não é uma preocupação de muitos evangélicos, diz o missionário “Não podemos impor uma agenda de santificação. Acredito piamente que nosso dever é fazer o bem, dar amor e pregar o evangelho”.

segunda-feira, 18 de março de 2013

“Jesus é o centro da Igreja, não o papa”, diz Francisco I


Papa quer “igreja pobre para os pobres”


“Jesus é o centro da Igreja, não o papa”, diz Francisco I Francisco I ressalta: "JESUS é o centro da Igreja, não o papa"
O papa Francisco disse neste sábado (16) desejar que a Igreja seja pobre e que sua missão deve ser “focada em servir os pobres”. Falando na maior parte do tempo de improviso e sorrindo muito, disse diante dos jornalistas, revelando oficialmente que a escolha do nome é uma referência a São Francisco de Assis, símbolo histórico de simplicidade, paz e pobreza.
Francisco foi definido como “um homem que nos dá esse espírito de paz, um homem pobre”, e enfatizou “eu gostaria muito de uma Igreja pobre e para os pobres”.
Sendo o primeiro papa não europeu depois de quase 1.300 anos, Bergoglio indica que poderá ter um pontificado com um estilo muito diferente de seu antecessor. Desse modo, aponta um nítido caminho moral para cerca de 1,2 bilhão de católicos em um momento que a Igreja está constantemente atingida por notícias de escândalos sexuais, intrigas e rixas eclesiásticas.
Diante da multidão de repórteres, afirmou que os fieis deveriam “entender melhor a verdadeira natureza da Igreja e sua jornada no mundo, entre suas virtudes e seus pecados”.
Aproveitou para estabelecer desde já um forte tom moral, dando sinais claros que novos limites serão impostos em seu papado, substituindo pompa e a grandeza pela humildade e a simplicidade.
Contou que depois que a votação atingiu os dois terços necessário para o eleger, o brasileiro Dom Claudio Hummes, de 78 anos, o abraçou e disse: “Não se esqueça dos pobres”.
O novo papa conta que “Aquela palavra entrou aqui [na cabeça] Eu pensei nas guerras… e Francisco [de Assis] é o homem da paz. Foi assim que esse nome entrou em meu coração: Francisco de Assis. Para mim ele é um homem da pobreza, da paz, que ama e protege os outros”.
Depois deu vários indícios que deseja ver a Igreja mundial assumir seu estilo austero. Descartou a limusine papal e viajou de ônibus com outros cardeais. Pediu aos argentinos que não fizessem viagens caras para Roma para vê-lo. Ao invés disso deviam doar esse dinheiro aos pobres.
Por fim, ressaltou que os católicos deveriam lembrar que Jesus, não o papa, é o centro da Igreja. Com informações Yahoo e Religion News.

Silas Malafaia comenta protestos contra Feliciano em seu programa de TV

Malafaia comenta protestos contra Feliciano em programa de TV

O pastor voltou a acusar a esquerda de tentar esconder a nomeação de deputados condenados na comissão de Constituição e Justiça.

 Durante o programa Vitória em Cristo deste sábado (16) o pastor Silas Malafaia comentou sobre a pressão da mídia em fazer com que o deputado federal pastor Marco Feliciano (PSC-SP) não assuma a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) para a qual foi eleito na Câmara dos Deputados.
O assunto se tornou pauta nas redações de todos os principais jornais brasileiros desde a indicação do Partido Socialista Cristão (PSC) que ganhou do PT a presidência dessa comissão. O pastor começou explicando que o PT ficou com o cargo máximo dessa comissão por 16 anos e neste ano não quis mais, por motivos não revelados, mas que ao verem que o deputado evangélico poderia assumir começaram a protestar, fazendo o que Malafaia chamou de “joguinho”.
O pastor presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo voltou a dizer que o deputado evangélico está sendo usado para esconder que nas mesmas semanas o deputado José Genuíno (PT-SP) estava assumindo a Comissão de Constituição e Justiça juntamente com o deputado João Paulo Cunha. Essa é a mais importante comissão da Casa e está sendo liderada por dois deputados que foram condenados pelo Supremo Tribunal Federal pela participação no caso do “Mensalão”.
Sobre as acusações de racismo e homofobia feitas ao deputado Feliciano, Malafaia discorda. “Querer dizer que por alguma frase alguém é racista ou homofóbico?”, disse ele dizendo que a vertente teológica da afirmação de Feliciano sobre a origem dos africanos é questionável, mas que não pode ser considerada como racismo.
O apresentador lembrou que a CDHM por todos esses anos tem dado prioridade e verbas para o ativismo gay e que as manifestações feitas em diversas cidades tinham na verdade pessoas ligadas aos partidos PSOL, PCdoB e PT, que são contra o cristianismo.
“Por que um comunista, um ateu pode influenciar e um pastor evangélico não pode?”, questiona Malafaia denunciado os partidos de esquerda.
“Eu nunca vi esses caras fazendo protesto contra alguém que mata um gay”, afirmou lembrando que esses partidos não se manifestaram quando o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, esteve no Brasil. Malafaia disse que ele sim se manifestou colocando faixas em frente ao hotel onde ele estava.

terça-feira, 5 de março de 2013

Programa Pânico na Band entrevista Silas Malafaia

O religioso falou sobre diversos temas incluindo dízimo e homossexualismo

Programa Pânico na Band entrevista Silas Malafaia Programa Pânico na Band entrevista Silas Malafaia
O programa Pânico na Band, entrevistou o pastor Silas Malafaia na sede da Central Gospel no Rio de Janeiro. A apresentadora Sabrina Sato esteve com o pastor falando sobre diversos assuntos como pecado, dízimo e homossexualismo.
A entrevista seguiu o estilo do programa humorístico e teve muitas edições que brincam ou contrapõem o que Malafaia respondia.
O pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo falou sobre o que pensa sobre o Pânico e foi questionado sobre as mulheres que aparecem no programa com roupas curtas. “O cara que está cobiçando está pecando, e ela que está sendo instrumento de cobiça está pecando”, respondeu.
Sabrina queria saber qual é o pecado que o pastor mais peca. “Você está tentando descobrir o meu pecado, confessar para o ser humano não tem valor nenhum. Eu não vou falar para você, pecado eu confesso pra Deus”.
A apresentadora também questionou a reportagem da revista Forbes que cita Malafaia como o terceiro pastor mais rico do Brasil. O religioso negou os números e lembrou que já mostrou sua declaração de Imposto de Renda para desmentir a publicação americana.
Sobre o homossexualismo ele voltou a dizer que é contra a prática e não contra os homossexuais, mas que não concorda com a forma com que os ativistas estão se comportando querendo proibir as críticas contra eles, se referindo ao Projeto de Lei 122/2006.
Assista:
 

Programa de Silas Malafaia bate recorde no Ibope

Audiência esteve acima da média do horário

Programa de Silas Malafaia bate recorde no Ibope Programa de Silas Malafaia bate recorde no Ibope
O programa “Vitória em Cristo”, apresentado pelo pastor Silas Malafaia deixou a RedeTV! tecnicamente em segundo lugar no Ibope neste sábado (2). Um recorde para essa faixa de horário da programação.
O motivo foi um “empate triplo” entre Globo, Record e SBT. Com isso, entre as 9 e 10 horas da manhã, a Rede TV! ficou com 1 ponto de média. As emissoras líderes marcaram 5 pontos cada.
Os programas evangélicos em TV aberta em geral não chegam a 1 ponto na medição do Ibope, marcando o chamado “traço”. Porém, o programa de Malafaia vinha sendo anunciado como “bombástico” pelo pastor desde a semana passada.
Desde a entrevista ao programa de Marília Gabriela no SBT, o pastor vem dando uma série de entrevistas a diversos órgãos de imprensa e gerando cada vez mais polêmica. Com isso é natural que exista uma curiosidade maior que a normal para ouvir o que ele tem a dizer.
Ao longo de uma hora de duração do programa ele rebateu a revista Forbes, que afirmou que ele seria o terceiro pastor mais rico do Brasil, com R$ 150 milhões na conta. Malafaia falou que sua declaração de bens para o imposto de renda não chegam a R$ 4 milhões.
Também atacou o site Avaaz que tirou do ar uma petição em seu favor enquanto deixou outra campanha para caçar seu registro de psicólogo. Enfatizou que pretende processar tanto a revista quanto o site.
Por fim, o pastor denunciou o que chamou de “um grupinho de evangélicos que querem tumultuar a igreja brasileira”, e criticou a formação da Confederação de Concelhos de Pastores do Brasil, que estaria tentando se tornar porta-voz das denominações evangélicas no país.

Movimento evangélico está contra Marco Feliciano

Rede Fale lança petição pedindo que deputado evangélico não presida comissão

Movimento evangélico está contra Marco Feliciano Movimento evangélico está contra Marco Feliciano
Continua a polêmica sobre a possibilidade de o pastor e deputado federal Marco Feliciano, do PSC de São Paulo, assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara.
Após movimentos LGBTS, e de grupos esquerdistas pedirem que o PSC indique outra pessoa, surgiu uma petição online no Avaaz contra a indicação, que foi prontamente respondida com uma petição favorável, assinada por apoiadores do pastor.
Curiosamente, a Rede Fale, é um grupo evangélico que também está fazendo uma campanha online contrária ao deputado. O problema principal é ele ser despreparado. No texto divulgado fica clara sua postura, ao afirmarem “o Deputado Federal Pr. Marco Feliciano não tem atuação parlamentar prévia em nenhum tema que o habilite para assumir este cargo, correndo grande risco de representar de maneira equivocada diferentes segmentos da sociedade que ainda experimentam a violação de seus direitos, bem com de como de prejudicar a imagem dos cristãos evangélicos em nosso país”.
Ainda que possam acusá-los de não serem “evangélicos de verdade”, a Rede Fale se descreve como “pessoas que oram e agem contra a injustiça em nosso país e no mundo, com especial atenção para os aspectos econômicos e seus efeitos na desigualdade e na ampliação da miséria”. Em seu site, existe uma declaração de fé coerente com qualquer igreja evangélica do país e um pequeno histórico, mostrando que ela está ligada à Aliança Bíblica Universitária do Brasil.
Além da campanha nas redes sociais, estimulando que evangélicos e não evangélicos se posicionem sobre o assunto, ele iniciaram uma petição contrária a Feliciano.
O principal argumento da Rede Fale é que a “Presidência da Comissão de Direitos Humanos deve ser ocupada por alguém com profundo compromisso com os Direitos Humanos inscritos na Constituição, além do enfrentamento da tortura, do tráfico de pessoas, do trabalho escravo, a violência e corrupção policial, bem como a proteção de pessoas ameaçadas de morte. A Rede entende que o deputado Marco Feliciano não possui estas características e por isso consideramos inaceitável que ele assuma este cargo”.
Entendendo que sua atitude possa causar estranheza, eles explicam que o deputado no passado deu declarações “preocupantes” ao dizer que “africanos descendem de ancestral amaldiçoado de Noé” e que a “AIDS é o câncer gay”. Por isso a Fale se justifica “para nós evangélicos, a situação complica mais ainda quando um político que afirma nos representar e estar lutando em favor do povo de Deus. É essa a imagem pública que desejamos compartilhar para nosso povo?”.
Contudo, eles não querem apenas que os evangélicos se posicionem contrários a Feliciano, mas fazem alguns pedidos de oração:
“1. Oremos para que a Igreja Evangélica se envolva de forma qualificada na temática dos Direitos Humanos e reconheça que essa demanda faz parte de sua Missão;
2. Oremos em favor da escolha de pessoas qualificadas na Comissão de Direitos Humanos e Minorias e para que os debates aconteçam de forma respeitosa e civilizada;
3. Oremos para que todos que não gozam de plenos direitos e tem suas vidas postas em risco tenham seus anseios de vida plena contemplados e pleiteados por toda sociedade brasileira”. Com informações de Rede Fale.

Vereador evangélico apresenta proposta para liberar cultos em praças

O maior problema seria a disputa entre igrejas pelos espaços públicos o que deve ser controlado por meio de regras e autorização prévia para a realização dos eventos

Vereador evangélico apresenta proposta para liberar cultos em praças Vereador evangélico apresenta proposta para liberar cultos em praças
O vereador Shakespeare Carvalho (PRB) de São José dos Campos (SP) apresentou um projeto de lei que libera a realização de cultos religiosos nas praças públicas da cidade. A proposta deve ser votada no próximo dia 14 e tem gerado polêmica antes mesmo de passar pelas comissões de Justiça, Cultura e Cidadania.
Shakespeare é pastor evangélico e acredita que através dessa lei os fiéis poderão expressar suas crenças livremente nas praças. “Quem for realizar um culto em praça pública terá que pedir autorização”, explica ele.
Em São José dos Campos há um Código de Posturas que limita a quantidade de barulho nos eventos realizados ao ar livre, o que se torna uma barreira para alguns grupos religiosos organizarem eventos nas praças. Justificando sua proposta na Constituição Federal, o vereador diz que quer garantir a liberdade de culto em sua cidade.
“Conversei com quase todos os vereadores e eles vão apoiar a proposta. A prefeitura também é sensível para essa questão, diferente da administração anterior”, disse o vereador que está otimista com a aprovação de seu projeto de lei.
Apesar desse apoio, alguns vereadores pedem para que o projeto inclua regras claras para controlar o espaço para que não haja disputa entre as igrejas pelos espaços da cidade.