terça-feira, 19 de novembro de 2013

Fragmentos das versões das bíblias mais antigas do mundo são expostos em Jerusalém


Museu de Jerusalém mostra trajetória da Bíblia até os dias de hoje
 


Fragmentos das versões das bíblias mais antigas do mundo são expostos em JerusalémVersões das bíblias mais antigas do mundo são expostas em Jerusalém
As antigas perguntas sobre onde está “a Bíblia original” e “o quanto a Igreja mudou o texto bíblico” ainda persistem para muitos. Agora surge mais uma oportunidade de tentar esclarecer a trajetória que as Escrituras passaram até chegarem ao século 21.
O Museu Terras da Bíblia, localizado em Jerusalém, fará uma exposição a partir de 23 de novembro deste mês, sobre a história da Bíblia. O material mostra as raízes judaicas do cristianismo e a difusão da fé através da palavra escrita. Apresenta o desenvolvimento da Bíblia juntamente com a disseminação do judaísmo e o cristianismo, a partir de Israel.
A mostra “O Livro dos Livros” reúne fragmentos originais das bíblias mais antigas do mundo, alguns de quase 2 mil anos. São manuscritos, objetos e documentos impressos que mostram a importância do texto sagrado no desenvolvimento da civilização ocidental.
Amanda Weiss, diretora do Museu, asseverou: “A exposição é a primeira já feita no mundo que mostra de maneira equilibrada as histórias do Tanach (Bíblia judaica), e do Novo Testamento que compõem a Bíblia cristã. Trata-se de uma combinação incomum de documentos bíblicos e comentários importantes e transcendentais jamais encontrados e reunidos nesta exclusiva exibição”.
Os visitante poderão ver, de forma cronológica, parte dos manuscritos bíblicos mais antigos conhecidos, bem como suas interpretações e representações. São papiros milenares escritos em hebraico e aramaico, e também material em grego, latim e siríaco dos primeiros séculos. Passando por volumes medievais manuscritos, até chegar às primeiras versões impressas.
São mais de 200 obras, incluindo fragmentos da Septuaginta (versão da Bíblia hebraica), as escrituras mais antigas do Novo Testamento, manuscritos raros, fragmentos delicados da Geniza do Cairo e páginas originais da Bíblia de Gutenberg, bem como outra que pertenceu ao rei Henrique VIII da Inglaterra, e vários volumes da versão popular do rei James I.
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Exposição no Museu Terras da Bíblia
Um dos mais importantes é parte dos rolos do Mar Morto, as cópias mais antigas dos textos do Antigo Testamento, cujos originais estão em Amã, na Jordânia. Jehuda Kaplan, diretor do Departamento de Educação do museu, explica “Esta é a primeira vez que este texto é apresentado em Israel. Está escrito em hebraico e menciona as regras da comunidade que vivia ali no século I”.
Outra parte importante são os fragmentos da Septuaginta (versão do Velho Testamento para o grego koiné), refletindo o vínculo inegável entre o início do cristianismo e o Judaísmo. A exibição se estenderá até abro de 2014. Com informações CBN.

Pesquisadores usam a Bíblia para descobrir senhas na internet


O estudo foi aplicado no caso da empresa Stratfor que teve os e-mails de seus clientes revelados por hackers
 


Pesquisadores de segurança usaram a Bíblia e outros livros para criar uma base de dados para descobrir as senhas. O estudo foi divulgado no site Ars Technica escrito pelos pesquisadores Kevin Young e John Dustin.
Juntos eles conseguiram encontrar 344 mil senhas usando 15 mil livros, os dados coletados podem ser para ajudar nas quebras de senhas.
A pesquisa foi aplicada no caso da companhia de inteligência Stratfor que recentemente teve dados de seus clientes publicados por hackers, mostrando êxito considerável.
Entre as senhas consideradas “espertas” eles conseguiram encontrar frases como ‘Am i ever gonna see your face again?’ (36 caracteres), ‘in the beginning was the word’ (29 caracteres), ‘from genesis to revelations’ (26 caracteres), ‘I cant remember anything’ (24 caracteres), ‘thereisnofatebutwhatwemake’ (26 caracteres), ‘givemelibertyorgivemedeath’ (26 caracteres) e ‘eastofthesunwestofthemoon’ (25 caracteres).”

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Comissão presidida por Marco Feliciano debate casos de Magia Negra

Comissão presidida por Marco Feliciano debate casos de Magia Negra
Assassinatos de crianças no Pará e no Maranhão voltam a ser debatidos
 


Comissão presidida por Marco Feliciano debate casos de Magia NegraComissão de Direitos Humanos debate casos de Magia Negra
A comissão de Direitos Humanos da Câmara, presidida pelo deputado Pastor Marco Feliciano realizou esta semana uma audiência publica para debater casos de magia negra cometidos no Brasil.
O requerimento do deputado Lourival Mendes (PTdoB-MA), incluía ouvir-se “as autoridades policiais e judiciárias dos Estados do Pará e do Maranhão sobre os assassinatos de crianças na cidade de Altamira/PA entre os anos de 1989 e 1993”.
Os crimes teriam a influencia de Valentina de Andrade Muñoz, líder de uma seita originaria da Argentina, chamada Lineamento Universal Superior. Entre seus ensinamentos, divulgavam que todas as crianças nascidas após 1981 “teriam uma origem perversa e, por isso, nociva ao mundo, por isso deveriam morrer ou ser castradas”.
Com isso, deram origem a uma série de assassinatos e mutilações na região norte do Brasil. O número de meninos que tiveram suas genitais mutilada é desconhecido, mas pelo menos 20 deles chegaram a ser investigados na época.
Os principais suspeitos eram pessoas influentes e um deles estava envolvido com política. Como as famílias das vítimas eram pobres, as autoridades não deram muita importância e sequer foram ouvidas. O assunto volta a ser discutido agora por que não está sendo cumprindo o acordo firmado entre o Governo Brasileiro e a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos assinado em dezembro de 2005 que previa reparação às famílias das vítimas. Também é necessário tomar medidas de prevenção para que novos casos semelhantes não acontecessem.
Embora sejam casos antigos, as famílias das vitimas ainda sofrem com as consequências dos rituais satânicos que aconteceram há mais de 20 anos atrás. Na época, 19 meninos entre 8 e 14 anos foram sequestrados e castrados em rituais de magia negra. Há muitos fatos não esclarecidos no processo de apuração.
Valentina, que escreveu o livro “Deus, A Grande Farsa” e, segundo testemunhas, realizava rituais com orações ao “deus das trevas”, foi absolvida no julgamento que ocorreu em 2003.
Quatro pessoas foram condenadas, incluindo dois médicos. Mas em 1996, houve uma reviravolta no caso, quando Francisco das Chagas foi preso e confessou as mortes, mas isso não mudou o resultado do processo de Altamira. Especialistas que trabalharam na investigação, no início da década de 90, garantem que os condenados são inocentes. A escritora especialista em criminologia Ilana Casoy, que auxiliou a Polícia Civil de São Luís na solução do caso, também foi ouvida pela CDHM e declarou “essa foi a maior injustiça já ocorrida no Brasil”.
O Deputado Marco Feliciano afirmou que irá solicitar ao ministro Joaquim Barbosa, presidente do Conselho Nacional de Justiça, “empenho para investigar possível erro na condenação” dos réus no caso. O senador Magno Malta que teve contato com o caso ao presidir a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Pedofilia, garantiu que vai ao STF, para que haja revisão do processo. Com informações Agência Câmara, Site do Marco Feliciano e O Imparcial.

Mitos evangélicos sobre o Espírito Santo

Mitos evangélicos sobre o Espírito Santo
por José Rosivaldo


Mitos evangélicos sobre o Espírito SantoMitos evangélicos sobre o Espírito Santo
Uma vez mui acertadamente ouvi um irmão dizer que a fé e as convicções de muitos crentes têm sido firmadas no vento, naquilo que não tem base. Em sua primeira carta aos Coríntios, Paulo fala sobre a necessidade daqueles irmãos não se tornarem meninos no juízo, na mente. São muito comuns crentes meninos hoje em dia. Um crente menino nunca discerne nada corretamente. Ele muito comumente confunde avivamento com barulho, autoridade com gritos, poder com “exagerismos”, mito com verdade e esquisitice com revelação.
Este capítulo tem como objetivo trazer luz para questões muito mal compreendidas pelos crentes. Acredito que uma das principais áreas que os crentes têm mais dúvidas é a que refere ao batismo com o Espírito Santo. Por isso elegemos uma lista de mitos difundidos por muitas denominações. Uma vez que nossa reflexão é sustentada pelo tema “sinais AUTÊNTICOS de uma vida cheia do Espírito”, faz-se necessário falar sobre os sinais supostamente vindos do Espírito, mas que são vazios de autenticidade. Queremos com base na Escritura Sagrada trazer esclarecimentos sustentáveis para elas.
1º Mito: Apagar o Espírito em I Ts. 5.19 significa impedir as ações emotivas e desordeiras dentro dos cultos cristãos.
Esclarecimento: Compreendemos que o Espírito Santo é Deus e assim sendo ninguém pode impedir seu agir ou apagar seu poder. Portanto no texto referido, apagar o Espírito não pode ser o mesmo que conter uma pessoa que ameaça a integridade física sua e dos demais. Apagar o Espírito não é repreender uma pessoa que por sua emotividade atrapalha o culto. Mas o texto em apreço tem o mesmo valor que em Atos 7.51. Ou seja, apagar o Espírito é rejeitar sua ação salvadora e orientadora no meio do povo de Deus. Não apagamos o Espírito quando controlamos uma manifestação emotiva, mas quando negligenciamos o agir santificador de Deus em nossas vidas.
Apagar o Espírito é não se deixar ser controlado pela obra do Espírito, obra evidenciada pela santificação, pela disposição do crente em ser um instrumento de Deus para edificar outros ou para ajudar outros em suas dificuldades ou dúvidas. Apagar o Espírito é fazer do seu talento um instrumento de exibicionismo e deixar a glória de Deus à parte. Apagar o Espírito é usar os dons do Espírito para aparecer e negligenciar ser governado pelos frutos do mesmo Espírito. Apagar o Espírito é pensar que é santo só porque é usado. Não paga o Espírito quem busca ordem e decência no culto, mas quem, em nome de uma esquisitice sem precedentes reduz a obra do Espírito a um monte de estranhices infantis.
Apaga o Espírito quem repreende aquelas pessoas que não manifestam aquelas mesmas estranhices que elas. Apaga o Espírito quem rejeita a palavra autentica de Deus, revelada pelas Escrituras, em nome das revelações supostamente vindas de Deus.
Quero reiterar que creio na possibilidade de Deus se utilizar de pessoas para revelar ou profetizar algo para uma determinada pessoa, mas o dom da profecia e o da ciência não são os únicos dons do Espírito como alguns parecem entender.
Resumindo tudo em uma única questão, na maioria das vezes quem mais acusa os outros de apagarem o Espírito, geralmente é quem mais apaga!
2º Mito: Em Nm. 11.17-29 quando o texto diz que Deus tiraria do espírito que estava sobre Moisés estava-se falando de transferência de unção.
Esclarecimento: no texto citado a palavra Espírito no hebraico é (רוח) “ruwach”. Sem dúvida alguma o Senhor concedera àqueles setenta homens o seu Espírito, entretanto, não foi o espírito de Moisés que eles receberam e nem mesmo Deus teve que retirar de Moisés o Espírito Santo para que eles fossem habilitados com o que Deus lhes queria conceder. O fato é que aqueles setenta homens receberam características que os capacitou para exercerem liderança como e com Moisés. Eles receberam o Espírito que concede energia para a guerra e poder executivo e administrativo.
Receberam poder que capacita os homens com vários dons. Certamente não foi do espirito do próprio Moisés que eles receberam, mas o de Deus. E não foi uma transferência de unção, mas uma concessão de unção. Precisamos entender que nem todo texto da Bíblia pode ser interpretado literalmente.
3º Mito: Quando uma pessoa passa por uma experiência sobrenatural com o Espírito Santo seus sentidos são apagados durante a experiência.
Esclarecimento: dentro da perspectiva bíblica que tem servido de base para este livro não encontramos nenhum texto bíblico quer no Antigo ou no Novo Testamento que sustente essa tese. Como abrangemos nas páginas anteriores e mais precisamente no capítulo quatro, as experiências sobrenaturais além de trazerem sempre consigo algo relevante para a vida ou para o ministério, as faculdades mentais das testemunhas foi-lhes mantidas intactas. Percebamos que essas experiências vividas pelos profetas foram de uma singular relevância para a nação do profeta e para o povo de Deus ao longo de todos os séculos seguintes.
E mesmo tendo uma relevância tão crucial e um peso sublime, não houve qualquer rapto de sentidos ou retirada de capacidade intelectual. Seria cauteloso da parte dos cristãos apontarem as experiências contemporâneas infrutuosas como divinas? Não seriam porventura meramente emocionais? Em Atos 10 conta-nos Lucas que Pedro também foi rendido por uma visão, um êxtase. Mas Lucas diz-nos que ele falou e ouviu enquanto estava em êxtase. E, claro sua visão não foi sem causa, antes lhe fora um modo de Deus render seu preconceito com os gentios e também de enviá-lo a Cornélio para que lhe pregasse a salvação. É o mesmo que encontramos nas experiências de João, Daniel e Ezequiel.
4º Mito: Deus batiza os crentes com o seu Espírito com a finalidade de que todos falem em línguas.
Esclarecimento: em I Coríntios 12.13 Paulo diz que todos os verdadeiros membros do corpo foram batizados num só Espírito, o de Deus. Agora com relação aos dons ele nos clareia a compreensão nos versículos 29-30 ao dizer-nos o texto:
“Porventura, são todos apóstolos? Ou, todos profetas? São todos mestres? Ou, operadores de milagres? Têm todos dons de curar? Falam todos em outras línguas? Interpretam-nas todos?”
Fazendo a leitura completa deste texto, as respostas para essas perguntas ficam óbvias. A resposta para as sete questões apresentadas é a mesma: não. Não são todos apóstolos. Nãos são todos profetas. Nem são todos mestres. Nem todos podem ser operadores de milagres. Não são todos os crentes que tem dons para curar. Também não são todos os membros do corpo habilitados para falar em línguas. Tampouco para interpretar as línguas. Então a questão que acima é tratada como mito o é pelo fato de defender o contrário do que Paulo nos esclarece no texto refletido. Ainda em I Coríntios 14.26, outra vez, Paulo volta a falar sobre a diversidade dos dons e põe cada dom como sendo parte do ministério diferenciado dentro da Igreja. Com isso o apóstolo nos mostra que pelo fato de os membros do Corpo terem utilidades diferentes, nem todos podem ter o mesmo dom.
5º Mito: Todos os que são batizados podem livremente profetizar.
Esclarecimento: Há muitas igrejas que defendem isso, ainda que não apareça na sua declaração de fé, aparece frequentemente nos cultos. Parece haver muita confusão na mente de certos crentes com relação a isso, pois muitas pessoas pelo fato de falarem em línguas acham que também podem exercer o ministério profético. Esse comportamento parece ser peculiar de quem interpreta I Coríntios 14.31 do seu próprio modo. O texto diz: “Porque todos podereis profetizar, um após o outro, para todos aprenderem e serem consolados.” O texto nunca intentou dizer isso, se formos examiná-lo a luz do seu próprio contexto veremos que Paulo está na verdade instruindo a Igreja coríntia sobre a necessidade de ordem em seus cultos.
Ordem no sentido de organização. O conteúdo deste capítulo sugere indecência e bagunça na administração dos cultos em Corinto, razão maior de Paulo ser tão específico em suas colocações e abrangente em suas repreensões. Como explicou a resposta à questão anterior nem todos podem profetizar. Deus tem dons específicos para os crentes e nem todos devem profetizar caso contrário corre-se dois graves riscos: primeiro o de dizer o que Deus não mandou e sofrer por isso a punição da desobediência sendo condenado como falso profeta e segundo o de se tornar um reprodutor das frases de efeito divulgadas errônea e descompromissadamente.
6º Mito: O Espírito Santo tem um estilo de música em especial através do qual sempre se revela: “hinos de fogo”.
Esclarecimento: em toda a Bíblia jamais será encontrado um texto que defenda este ponto de vista. Não há um estilo de música em especial através do qual o Espírito se sente livre para manifestar sua unção nem tampouco precisa Ele de música para externa sua presença. Quando tipicamente se vê pessoas mediante o som da música manifestar algum dom ou externalizar danças, supostamente espirituais, pode-se ter um caso de emocionalismo vazio. Ao contrário do que geralmente se diz a unção não é contagiante, é obra da manifestação de Deus e ele dá a quem quer e no momento que deseja.
7º Mito: A alegria do Espírito é trazida para o crente sempre por meio de canções.
Esclarecimento: É sábio dizer que a música de qualquer espécie funciona como elemento motivador de emoções. Todos sabem que cantores seculares arrastam milhões pelas madrugadas e a massa arrastada se deixa levar pelo fato de que ainda que passageira sentem emoções e adrenalinas incomuns no contexto geral de suas vidas. Há até quem creia que não dá para viver sem música. Todos nós, sem nenhuma exceção, somos tocados, sensibilizados e motivados pela música, mas como seres humanos emocionais.
Jamais poderemos excluir a possiblidade de o Espírito fluir por meio de canções. Já temos visto pessoas serem curadas, libertas e abençoadas enquanto louvores estão sendo ministrados, entretanto cabem-nos algumas perguntas: Porque certos avivamentos são facilmente iniciados e mantidos pelas canções cantadas? Porque quando acaba a música, acaba o “avivamento”?
Devemos esclarecer que quando a alegria, a unção ou qualquer manifestação supostamente espiritual é condicionada a uma canção ou a um estilo de música tal manifestação ainda que sejam semelhantes as do Espírito de Deus são meramente emotivas ou carnais. a Bíblia não faz nenhuma referência a existência de música no cenáculo no dia de pentecostes. Lucas se referiu à oração e a união dos discípulos.
“Todos estes perseveravam unanimemente em oração e súplicas, com as mulheres, e Maria mãe de Jesus, e com seus irmãos.”
(Atos 1:14)
“E, cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos concordemente no mesmo lugar; E de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados” (Atos 2:1-2).
Nenhuma referencia é feita a canções no período anterior a vinda do Espírito. Embora, como já fizemos referência, a música sacra seja imensamente importante e até necessária no serviço de culto prestado pelo povo de Deus, a obra de enchimento do Espírito não depende desse tipo de coisa. O Espírito é derramado sobre os cristãos, principalmente por que essa é uma promessa universal de Deus. É plano de Deus encher seus filhos com seu Espírito e não é a presença ou ausência de música em um culto que vai possibilitar ou inviabilizar tal promessa.
8º Mito: Só pode haver batismo, se houver uma constante repetição de palavras como: Glória a Deus e Aleluia…
Esclarecimento: Obviamente Deus não tem fórmulas através da quais as pessoas O possam manipular. O batismo do Espírito é, em certo sentido, determinado pelo homem quando este dá ao Espírito todo controle sobre suas ações e pensamentos. Então com o novo nascimento e a conversão genuína vem o batismo. Mas é tolice do homem achar que sua vida será dominada por Deus apenas pelo fato de repetir constantemente palavras e expressões que podem nem mesmo ter vindo de um coração quebrantado e disponível no altar do Pai. Esse argumento mítico além de absurdo é totalmente desprovido de evidências bíblicas ou teológicas.
Há quem use Efésios 5. 18 e 19 onde Paulo diz: “enchei-vos do Espírito falando…” só que o próprio contexto de Efésios 5 sugere que Paulo está tratando de mudanças na vida diária, pois assim como ele diz “falando entre vós” também diz “sujeitando uns aos outros” não são elementos que levam ao enchimento do Espírito, mas sinais autênticos de que o Espírito habita em tal pessoa.
9º Mito: O batismo com o Espírito Santo é evidenciado pelo falar em línguas ou quando o crente manifesta qualquer um dos nove dons de I Coríntios 12.
Esclarecimento: Há um ensino entre algumas igrejas que prega que o batismo com o Espírito Santo é comprovado pelo dom de Línguas, entretanto, como já falamos outrora, biblicamente falando nem todos falam em outras línguas I Co. 12.29-30. Então devemos acreditar que a evidência do batismo com o Espírito Santo é o exercício de qualquer um dos dons descritos em I Coríntios 12? Não.
Biblicamente falando o batismo do Espírito é muito mais do que exercer ou manifestar dons. O exercício dos dons se limita às circunstâncias, aos trabalhos na igreja, aos cultos, aos evangelismos, etc. enquanto que o batismo atinge sem exceção, todas as áreas da vida de um indivíduo e traz um peso de influência o tempo todo, como já temos visto nos capítulos antecessores deste. É óbvio que quem recebeu o batismo se torna útil no reino de Deus, isto fica claro no capítulo 14 de I Coríntios.
Quando o apóstolo fala de membros, ele fala de ação, de utilidade e de unidade, coisas possíveis pela ação operante de Deus e do Seu Espírito em nós. Quem foi genuinamente batizado pelo Espírito expressa sim algum tipo de dom, porque ninguém que foi verdadeiramente batizado permanece infrutuoso no reino. Devemos completar que há dois tipos benéficos de fruto que o crente que foi batizado precisa produzir: frutos dignos de arrependimento, isto é, aquelas mudanças que marcam seu novo testemunho e os frutos que glorificam a Deus pelo fato de render resultados que fazem Seu reino avançar.
Ou seja, frutos de obras no reino: pregar, assistir os necessitados, doar, em fim tudo o que coopera para a manutenção da igreja e o crescimento do reino de Deus. Mas esse dom que marca a pessoa batizada não precisa ser obrigatoriamente algum dos 9 de I Co. 12 ou de Ef. 4. Pode ser os de Rm. 12 ou algum outro espalhado pelo Novo Testamento. O batismo nos traz mudança de vida e nos equipa para sermos úteis, pois quem é vivo (e o Espírito vivifica) cresce e produz. E nas palavras de John Stott “Toda a Igreja é uma comunidade carismática. Ela é o Corpo de Cristo, cujos membros funcionam por causa dos seus dons (charismata)”.

Autor

José Rosivaldo

José Rosivaldo

Missionário formado pela JOCUM – Jovens Com Uma Missão, uma organização cristã missionaria que atua em todas as nações do mundo. Pastoreou a igreja Batista em Lagoa do Peri-peri - AL. Escreveu diversos livros. Educador cristão há vários anos. Casado com Fernanda Laurindo

Britney Spears se baseia na Bíblia para condenar o casamento gay


A cantora cresceu em uma igreja batista e se diz fã do pastor Max Lucado
 


Britney Spears se baseia na Bíblia para condenar o casamento gayBritney Spears se baseia na Bíblia para condenar o casamento gay
Britney Spears tem muitos fãs, amigos e colegas de profissão que são homossexuais, mas segundo um tablóide americano a cantora pop não apoia o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Uma pessoa próxima da cantora disse ao jornal The National Enquirer que ela não aceita o casamento gay porque a Bíblia condenada a prática e se o Livro Sagrado é contra, ela também será contra.
A “princesinha do pop” fez esse comentário quando passou a ser criticada por ter dito no Twitter que seu autor favorito é o pastor Max Lucado. Por conta de sua posição contra o casamento gay, o religioso é tido nos Estados Unidos como uma pessoa homofóbica.
Max Lucado é famoso no Brasil por seus livros que batem recorde de vendas, entre os mais conhecidos estão “O Salvador mora ao lado” e “3:16″.
Apesar de não concordar com o casamento gay, Britney Spears nega que seja homofóbica e lembra até que seus dançarinos e outros profissionais que trabalham com ela são gays. Vale lembrar que em 2003 a cantora deu um beijo em Madonna durante o Video Music Awards, uma premiação da MTV americana.
Britney cresceu em lar evangélico, sua família frequenta uma igreja batista em Louisiana, porém a cantora raramente participa das reuniões.