sábado, 15 de outubro de 2016

Democracia e Estado Laico: O Império de Satanás e os “cristãos” a seu serviço


“Até quando coaxeareis entre dois pensamentos: Se o Senhor é Deus, segui-o, e se Baal, segui-o”(1 Rs 18:21).
por Gabriel Reis

Democracia e Estado Laico: O Império de Satanás e os “cristãos” a seu serviçoDemocracia e Estado Laico: O Império de Satanás e os “cristãos” a seu serviço
Antes de mais nada, é necessário explicar o título deste artigo¹. Por democracia, entendemos como o governo do povo, pelo povo e para o povo². Estado laico é quando o poder do Estado é oficialmente imparcial em relação às questões religiosas, não apoiando nem se opondo a nenhuma religião³. Dado essas definições, por quê diríamos que elas são(ou refletem) o Império das trevas?
A razão disso é que para Deus não há o que é comumente chamando de neutralidade, ou seja, o que permanece na imparcialidade. Jesus Cristo disse que “quem não é comigo é contra mim”(Lc. 11:23). Não existe meio termo entre Deus e o diabo. O meio termo já pertence ao inimigo de nossas almas. Deus não faz concessões com as trevas: é tudo ou nada.
E quanto aos “cristãos” a seu serviço? Porque estão se sujeitando ao diabo e fazendo os inimigos de Cristo prevalecerem. Seus valores são estabelecidos por um mundo rebelde inclinado à destruição, são moldados por humanistas seculares que lutam para aumentar a tolerância pela imoralidade pública. Eles são como aqueles em Israel que numa situação da lei de Deus é aceitável, mas em outra situação a “lei de Baal”, ou em termos contemporâneos, leis promulgadas por um Estado humanista. Mas o Senhor ainda fala a pessoas como essas: “Até quando coaxeareis entre dois pensamentos: Se o Senhor é Deus, segui-o, e se Baal, segui-o”(1 Rs 18:21).

O argumento contra a democracia

O principal argumento contra a democracia encontramos no filósofo grego Platão. O argumento é muito simples. Se estivéssemos doentes, e precisássemos de nos aconselhar com alguém em matéria de saúde, procuraríamos um especialista – o médico. Por outras palavras, quereríamos consultar alguém que tenha tido formação específica para desempenhar a tarefa. A última coisa que desejaríamos seria reunir uma multidão e pedir aos presentes que elegessem, através de voto, o remédio certo.
Tomar decisões legislativas requer reflexão e competência. Segundo Platão, é a função que se deveria deixar aos especialistas. Permitir que o povo decida é como navegar em alto mar consultando os passageiros, ignorando ou desprezando aqueles que são verdadeiramente competentes na arte da navegação. Tal como um navio assim comandado se transviará e irá a pique, também o navio do Estado naufragará.
O argumento de Platão nos é adequado para pensarmos nesse especialista. Segundo Platão, o especialista para legislar seriam os próprios filósofos. Mas é evidente que no decorrer da história a credibilidade desses “especialistas” é colocada em cheque. Filósofos são contraditórios e possuem uma mente corrompida pelo pecado, de modo que a luz da razão natural não conseguem chegar a consensos sobre moralidade. O mesmo poderia ser dito de todos os homens da face da terra. Experimente colocar 10 pessoas em uma sala e perguntar a eles sobre assuntos controversos que dizem respeito a moralidade, como aborto, pena de morte e eutanásia, e a minha afirmação estará provada.

Teonomia vs autonomia

Ao aplicarmos as palavras de Jesus à questão dos padrões morais e éticos:”ninguém pode servir a dois senhores” (Mt 6:24), somos convocados a nos posicionar com Deus ou encontrar o padrão ético em alguma outra fonte, seja na sociedade, razão humana ou nos filósofos, que equivale a uma rejeição da autoritária lei de Deus. A batalha cósmica no reino da ética é entre Deus e o homem, teonomia e a autonomia, sabedoria e a loucura.
Os cristãos tem um mandado para promover uma sociedade caracterizada pela justiça. Jesus disse que “bem-aventurados os que tem fome e sede de justiça, porque serão saciados” (Mt. 5:6). A justiça reflete a vontade de Deus, e não significa pagamento de benefícios da assistência social ou a redistribuição das riquezas; antes, significa obedecer a lei de Deus punindo os ímpios. Depois de entregar os padrões da lei de Deus a Israel, Moisés exclamou: “Que grande nação tem decretos e preceitos tão justos como esta lei que estou apresentando a vocês hoje?”(Dt. 4:8). Além disso, “os homens maus não entendem o que é justo”(Pv. 28:5). O padrão de justiça é revelado pela Lei de Deus que procede do caráter justo, imutável e soberano dEle.
A rejeição da autoritária e perfeita lei de Deus é evidente no pensamento dos cristãos contemporâneos. Colocam a sua razão como o juiz da própria Lei de Deus, determinando quais ainda devem vigorar(se é que alguma deve), quais leis estão de acordo com as noções modernas de justiça, e aceitando que no final é a própria sabedoria e senso moral do homem moderno que se torna o padrão de certo e errado. Deus não permite o homem ser uma lei para si mesmo em nenhuma esfera da vida, incluindo a civil. A pretensa autonomia apenas revela a raiz do pecado: “ser igual a Deus e conhecer o bem e o mal independente dEle” (Gen. 3:5). Fazer suas próprias leis, é o homem seguindo a mentira de Satanás e vivendo a sua rebelião contra Deus e sua lei. É a tentativa do homem ser o seu próprio deus. Cristãos que defendem o Estado laico: vocês estão a serviço do diabo! Quando Deus deixa de ser o centro, outra coisa toma o seu lugar. Seja o Estado, Alá, liberdades individuais, etc. E dessa forma, a Igreja tem recuado para o inferno avançar. Enquanto isso o diabo agradece pelo serviço.

Lidando com algumas objeções

Não estamos afirmando a união de Igreja e Estado, estamos afirmando a submissão que o homem deve ter a Deus e a autoridade de sua lei. Essa perversão secular da doutrina bíblica da separação institucional da Igreja e do Estado é na verdade uma tentativa do homem autônomo deificar o Estado, e fazer da palavra do Estado a lei da nação em lugar da palavra de Deus.
Alguns críticos podem objetarem dizendo que além de não poder haver união de Igreja e Estado(e isso não negamos), não deve haver influencia de alguma religião, pois eu estaria impondo alguma coisa a uma pessoa. Algumas observações devem ser feitas: Primeiro, toda lei é necessariamente religiosa, pois toda lei é uma expressão de moralidade. E a moralidade está baseada em valores. Pela própria natureza, valores são conceitos religiosos. Logo, a própria afirmação que o Estado deve ser religiosamente neutro, procede desses pressupostos religiosos. Se a religião cristã é verdade, então temos uma autoritária Palavra de justiça imutável como o padrão de moralidade social. Segundo, como demonstrada por uma boa apologética, não há nenhum padrão moral absoluto fora de Deus, dessa maneira, eu não tenho base para afirmar dever moral algum, incluindo o dever de não impor nada a alguma pessoa, e o anarquismo reinaria. Terceiro, é impossível o Estado não impor algo, ele impõe punições aos assassinos, e isso é algo bom a ser feito. A questão é quais são as leis e punições que deveriam ser impostas para a nossa sociedade, independente do que os seus transgressores façam ou acham, a rejeição desse princípio nos levaria novamente a um anarquismo.

A autoridade de Deus

Incrédulos astutos querem ditar que a religião deve permanecer no campo da religião, e não influenciar em cada esfera da vida. Mas isso não pode ser verdade na religião cristã, pois ela não é uma religião de palavras, mas de vida. Este é o mundo de Deus e todos devem reconhecer isso: “Do SENHOR é a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam.” (Salmos 24:1) E infelizmente, alguns cristãos tem cedido aos ataques desses humanistas pensando que sua religião diz respeito a somente a esfera privada.
Greg Bahnsen comentando o Salmo 2 escreveu:”No aspecto ético, o salmo 2 retrata Deus reagindo à oposição política a Cristo ao desafiar os “reis […] e autoridades da terra” a se tornarem sábios e a aceitarem a advertência (v. 10). É tolice moral absoluta desobedecer ao Rei a quem o Senhor entronizou. É digno de nota que esse versículo é dirigido não simplesmente aos magistrados do Estado teocrático de Israel, mas a todos os reis e juízes “da terra”, especialmente àqueles que ousam desafiar a Jesus Cristo no exercício do governo civil. Não podemos escapar da verdade bíblica de que todo e cada governante terreno está sob as obrigações morais estabelecidas divinamente e declaradas neste salmo: “Adorem o Senhor com temor […] Beijem o filho” (v. 11,12). Servir ao Senhor com temor sem questionar significa obedecer aos mandamentos (v. Dt 10.12,13; Js 22.5; Sl 119.124-126). Demonstrar reverência ao “filho” na forma de um beijo era um ritual antigo, por meio do qual a autoridade de um líder era reconhecida (e.g., 1Sm 10.1).”4
O triste é que muitos cristãos creem que a constante secularização das áreas da vida é inevitável e que os cristãos não deveriam se envolver na “cristianização” dessas áreas. Portanto, temos testemunhado o constante declínio da política. Os cristãos tem recuado para o inferno avançar, ao invés de acreditar que Cristo reina até que haja posto todos os seus inimigos debaixo de seus pés (1Co 15:25), crendo que as portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja (Mt. 16:18) e que o reino de Cristo dominará os reinos deste mundo (Ap 11:15). “E o governo está sob os seus ombros. E ele será chamado […] Príncipe da Paz. Ele estenderá o seu domínio, e haverá paz sem fim sobre o trono de Davi e sobre o seu reino, estabelecido e mantido com justiça e retidão, desde agora e para sempre. O zelo do Senhor dos Exércitos fará isso” (Is 9:6,7). 5
[1] Os escritos desse artigo foi motivado de uma indignação com as colocações de um “pastor” eleito como candidato a vereador pelo PSOL chamado Henrique Vieira. Não irei deixar a referência do vídeo, mas quem tem ciência perceberá que no decorrer do artigo busco responder os seus posicionamentos de uma perspectiva bíblica.
[2] Reconheço que há vários sentidos de “democracia”. A minha oposição não é especificamente aos processos democráticos como são comumente compreendido e usados, a minha oposição é contra a centralidade do povo.
[3] Argumento posteriormente que toda ética é necessariamente religiosa, incluindo a concepção laicista do Estado.
[4] Citação retirada do livro: Five views on Law and Gospel.
[5] Aqui nos distanciamos do aspecto ético e nos aproximamos do escatológico. E isso é digno de nota pois creio que a maioria dos meus leitores possam ter estranhado esse último parágrafo. Mas de acordo com a hermenêutica pós-milenista, o mundo não tende a piorar. Além disso, a aplicação da ética cristã em cada área da vida, incluindo a política, como foi abordada no artigo, não exige a aceitação do pós-milenismo.

Homem adorado como deus se converte a Jesus


Conversão de líder religioso budista impacta sul da Ásia

Homem adorado como deus se converte a JesusHomem adorado como deus se converte a Jesus
Com apenas cinco anos de idade, Htin Khin estava se preparando para se tornar o líder espiritual na aldeia onde vivia, na Ásia. Ele foi enviado por seus pais para uma instituição religiosa budista, onde cresceu aprendendo os rituais e estudando as crenças.
Aos 20 anos, Htin se tornou oficialmente líder de cerca de 500 famílias, onde todos o obedeciam, pois, a crença deles é que o jovem seria uma espécie de ‘deus’ na terra. Por isso, recebia sempre comida em abundância, presentes caros e a adoração dos fiéis.
Ao longo dos anos ele construiu 20 novas instituições religiosas e treinou pouco mais de 400 jovens. Esses discípulos eram encarregados de ensinar os preceitos religiosos na região.
Htin nunca tinha ouvido falar de Jesus, mas aos 41 anos ele conheceu o pastor Tamkinat. Ouviu pela primeira vez na vida o Evangelho de Cristo através do missionário da Gospel for Asia, que fora enviado para trabalhar em uma cidade vizinha.
Tamkinat pregou para Htin, explicando as diferenças entre o cristianismo e o budismo. Como o pastor tinha também crescido na mesma tradição, sabia exatamente como ajudar o novo amigo a entender a verdade sobre Jesus.
Após vários encontros, Htin Khin participou de uma conferência cristã de quatro dias. Somente então reconheceu que Jesus era o seu Salvador.
Rompendo com uma vida toda de tradições, anunciou que iria abandonar sua posição de líder religioso para seguir os passos de Cristo. Obviamente precisou lidar com a insatisfação dos moradores de sua aldeia, mas Htin hoje permanece nos caminhos do Senhor, anunciando seu amor por onde passa.

Igreja rejeita gordinhos no grupo de louvor para não “interromper a unção”

14/10/2016 - 19:00


Assunto gerou polêmica nas redes sociais

Igreja rejeita gordinhos no grupo de louvor para não “interromper a unção”Igreja rejeita gordinhos no louvor para não "interromper a unção"
Uma igreja norte-americana proibiu pessoas “acima do peso” de fazerem parte da equipe de louvor. A exigência de “aparência saudável” fazia parte de uma série de diretrizes que a liderança entendia ser necessária para “que a unção flua através membros”. A questão gerou muito debate na internet e dividiu opiniões.
Com isso, a igreja New Creation, da pequena cidade de Hillsboro, Oregon, acabou forçada a tirar do seu site as diretrizes. Só que nos dias de hoje é quase impossível algo que já esteve online não ter sido copiado por alguém.
A lista com as “orientações”, foi compartilhada por diferentes perfis nas redes sociais, fazendo com que a liderança da New Creation receba muitas críticas por misturar questões como santidade e dom de línguas com uma preocupação estética excludente e sem respaldo bíblico.
O material originalmente disponível no site pedia que os músicos e cantores “cuidassem” do “templo do Espírito”. Também pedia que todos que subissem no altar deviam “vestir-se com moderação”.
Porém, a justificativa para isso é que “nossa aparência é de extrema importância. Nós somos a primeira coisa que a congregação vê. As pessoas julgam pela aparência. Nunca teremos uma segunda chance de deixar uma boa primeira impressão”.
Terminava dizendo: “Por favor, leia com atenção. Você deve concordar 100% com os termos para que possa fluir com a nossa equipe e que a unção possa fluir através de você.”
Após toda a atenção que o caso recebeu, a igreja New Creation negou-se a conversar com a imprensa num primeiro momento. Os pastores Rod e Rebecca Sundholm, que lideram o ministério apenas minimizaram a repercussão negativa.
Afirmaram que essas orientações são usadas desde a fundação da igreja, há 28 anos. “Se alguém olhar para a nossa equipe de louvor, verá que não são todos magros. Na verdade, o líder do grupo tem problemas de peso”, minimizou.

Líderes comentam

Geoff Surratt, um pastor que trabalhou na megaigreja Saddleback decidiu expressar sua opinião. Em uma postagem no site Church Leaders ele enfatizou que o peso de um cantor ou músico não faz diferença se ele não tem comunhão com Deus.
“Infelizmente, tenho visto muitos cantores e músicos talentosos que tem bom apelo visual, mas não possuem o dom de liderar a adoração. Eles têm a guitarra certa, o lenço certo e o corte de cabelo certo. Seu peso é adequado e estão sempre elegantes. Mas sem o dom e a experiência, é apenas encenação”, disparou.
“Nem luzes, gelo seco ou processamento digital podem gerar adoração genuína; adoração real é algo misterioso, espiritual, que flui de Deus através de líderes talentosos. A questão não é o peso, a altura, o sexo ou a raça… seu coração é o que faz toda a diferença”, acrescentou.
Esse assunto já foi debatido no Brasil após uma declaração da pastora Ana Paula Valadão, líder do Diante do Trono. Durante uma pregação em 2012, enfatizou que na igreja primitiva o costume era jejuar duas vezes por semana.
Disse também que as mulheres cristãs ‘mais cheinhas’ deveriam jejuar, pois além de crescer espiritualmente poderiam emagrecer como um benefício secundário da prática. Acrescentou que não gostava de ver “pastores barrigudos”. Para ela, viver muito acima do peso é um excesso, algo que “não combina com uma liderança”, pois indicaria que “está sobrando banquete de comunhão e faltando retiro de jejum e oração”.
Além da repercussão nas redes sociais, o ‘gordinho’ João Alexandre se manifestou na época, pelo Facebook, dizendo: “Prefiro ser um obeso que serve a Deus do que um famoso inconsequente”.
Por causa da repercussão negativa, Ana Paula pediu perdão, reconhecendo que tinha se expressado mal.

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

INFORMAÇÃO IMPORTANTE!

ATENÇÃO: A partir do mês de outubro o Grupo Resgate vai intensificar suas ações sociais e Evangelismo em comunidades carentes de nosso estado, Todos aqueles que poderem ajudar de alguma forma entre em contato conosco através do e-mail resgatandoalmas7@gmail.com, toda ajuda será bem vinda, que Deus continue vos abençoando.

Mais uma ação social

 Mais uma ação social, desta vez na comunidade de três carneiros no Ibura Recife, PE.
E MUITO MAIS VEM POR AÍ!

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Estado Islâmico vende cabeça de cristãos em sites de leilão

Preço varia dependendo da religião da vítima
por Jarbas Aragão

O grupo terrorista Estado Islâmico (EI) perdeu cerca de 20% dos seus soldados após os bombardeios aéreos da Rússia. Também foram derrotados em terra e perderam o controle de parte de seu “território”.
Movimentos internacionais liderados pelos EUA afirmam ter impedido o repasse bancário de milhões de dólares aos terroristas. Por causa disso, extremista muçulmanos passam por dificuldades econômicas.
De acordo com o jornal inglês Mirror, o EI está recorrendo a uma estratégia macabra para levantar dinheiro: vender cabeças de vítimas decapitadas.
A denúncia partiu do pastor norte-americano Harry Walther. Ele conta que existem vários “colecionadores” dispostos a pagar cerca de 500 dólares por cada cabeça em sites de leilão.  O preço varia o preço de acordo com a religião.
Desde seu surgimento eles decapitaram muitas pessoas que escolheram não seguir a religião islâmica da maneira como eles a veem. Por serem considerados “infiéis”, muitos foram torturados, crucificados, fuzilados, quase sempre de modo público. Os vídeos postados nas redes sociais com as execuções sempre tiveram grande repercussão.
Walther afirma que as cabeças passam por um tratamento que as “encolhe” e desidrata. O método é antigo, e era praticado por antigas tribos. As cabeças atingem um tamanho bastante reduzido, pouco maior que uma bola de beisebol.
Algo similar foi feito pelos nazistas com os judeus no Holocausto. Eles penduravam as cabeças na cela de outros judeus, visando os aterrorizar e obriga-los a obedecer às ordens.
O pastor diz que o EI tenha milhares de cabeças para vender. Como as decapitações são frequentes, eles estariam fazendo uma espécie de “estoque”.

Profecia bíblica?

Harry Walther, que lidera uma igreja no estado de Montana, afirma que tem acompanhado esses anúncios de venda na internet.
Explica ainda que o Livro de Apocalipse no capítulo 20 prevê que centenas de milhões de homens cristãos, mulheres e crianças serão decapitados por sua fé em Jesus.
Ele conta que o preço de leilão das cabeças encolhidas de cristãos começa em 100 dólares, mas geralmente são vendidas por cerca de 500.  Já as cabeças dos muçulmanos ‘infieis’ são mais “valiosas”.

Pesquisa: Brasil é o segundo maior país cristão do mundo

Imagem: DivulgaçãoO Brasil está na lista dos maiores países cristãos do planeta, com aproximadamente 175 milhões de seguidores de Jesus Cristo, atrás apenas dos Estados Unidos (com 246 milhões) e à frente do México (com 107 milhões), segundo dados revelados pelo instituto de pesquisa Pew Research Center (PRC).
Atualmente, o planeta possui 31,7% de sua população (ou 7 bilhões de pessoas) professando a fé cristã, o que a torna a principal religião com 2,18 bilhões de seguidores.
De acordo com o PRC, as principais tradições cristãs são a católica, com 51,4% dos fiéis; os evangélicos, 36% (sendo que a maioria segue a linha pentecostal); e os ortodoxos, que somam 12,6%.
No Brasil
A partir dos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a pesquisa constatou que o catolicismo ainda é predominante no Brasil, com aproximadamente 133 milhões de fiéis. Porém, vem perdendo fiéis no país ao longo das últimas décadas.
Em 1940, 95,5% da população era adepta do catolicismo, enquanto 30 anos depois, em 1970, esse número havia sofrido uma tímida redução, passando a 91,8%, contra 3,7% de evangélicos.
Nos anos 1980, os católicos eram 90%, e 20 anos depois, na primeira década do novo milênio, a redução constatada em duas décadas foi significativa, com os fiéis da Igreja Católica somando 73,6% da população, enquanto os evangélicos eram 15,4%.
Em 2010, o IBGE registrou um significativo aumento de evangélicos, com relação ao Censo de 2000, com 60% de aumento do número de pessoas filiadas às denominações evangélicas. O salto foi de 15,4% para 22,21%, contra 64,6% de católicos.
O PRC destaca que os 6,8% percentuais representou, em número de pessoas, um salto de 26,2 milhões de evangélicos para 42 milhões, formado em sua maioria por pentecostais (60%), seguidos de protestantes missionários (18,5%) e 21,8% de tradições diversas, incluindo os neopentecostais.
A maior percentagem de católicos no Brasil, por estado, está no Piauí, com 85,1%, enquanto a maior concentração percentual de evangélicos está em Rondônia, com 33,8% da população local.
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