quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Artista gera revolta ao dizer que Jesus seria maconheiro e membro de gangue


   Artista gera revolta ao dizer que Jesus seria maconheiro e membro de gangue
Rapper Game tenta conciliar sua fé e a realidade da violência urbana

Jayceon Terrell Taylor, o rapper americano conhecido como Game, vai lançar seu novo álbum em 11 de dezembro de 2012. O projeto recebe o nome de “Je5us Piece” e a capa apresentada mostra um Jesus maconheiro e membro de gangue.
Vários elementos passam essa imagem. As duas folhas de marijuana, uma de cada lado da cabeça, a bandana vermelha e o uso do número 5 são citações diretas aos Bloods, uma das maiores e mais temidas gangue de Los Angeles.
A escolha do título “Jesus Piece” parece ser um trocadilho com as palavras em inglês para “paz” e “pedaço”, o que pode sugerir, ao mesmo tempo, que Cristo seria a paz para a violência e o dono “do pedaço”. Porém, a corrente de ouro no pescoço e a tatuagem de lágrima em seu rosto são características de vários cantores de rap que defenderem o estilo chamado “gangsta”, com músicas que falam sobre sexo, drogas e violência.
Game explicou numa entrevista de rádio: “Eu vou chamar [o novo álbum] de “Je5us Piece”, porque no ano passado eu fui batizado, então tenho de ir sempre à igreja, mas eu ainda não mudei de ideia… ainda amo visitar clubes de strip tease, fumar e beber. Eu sou fiel à minha família, e queria fazer um álbum mostrando que você pode amar a Deus e continuar vivendo o estilo de vida hip-hop”. Em várias musicas ele tem participações especiais de outros rappers como Kanye West, Nicki Minaj, Trey Songz, Chris Brown, Scarface, Lil Wayne, Wiz Khalifa e Tyga.
A divulgação da capa do novo álbum de Game foi recebida com críticas e gerou um acalorado debate nas redes sociais. “Esta é uma bela obra de arte”, disse o rapper Busta Rhymes pelo Twitter. Outros classificaram o desenho de “infeliz” e de “blasfêmia”.
Adam Holz, que trabalha com a parte musical do ministério Focus on the Family Plugged disse que algumas pessoas podem se ofender em ver Jesus retratado como um bandido. Porém, como uma pessoa que analisou dezenas de álbuns de rap em oito anos, não está surpreso com isso.
“Os artistas de rap muitas vezes querem aproveitar-se de Jesus e do cristianismo, mesmo que eles estejam cantando sobre matar pessoas, suas façanhas sexuais ou o uso de maconha”, disse Holz. “Não é surpresa ver um rapper tão influente fazer isso, mostrando não ver conflito entre os ensinamentos de Jesus e um estilo de vida que passa bem longe do que Jesus ensinou.”
Holz também diz que os cristãos devem orar pela mudança de vida de artistas que dizem acreditar em Jesus Cristo, mas não vivem segundo o que Ele ensinou.
Traduzido de Black Christian News

Barack Obama é chamado de “apóstolo” e comparado a Jesus


Socióloga cristã diz que o presidente segue a trilha de líderes como Jesus e Martin Luther King Jr.
 
 Barack Obama é chamado de “apóstolo” e comparado a Jesus
O articulista John J. Miller, do site National Review, chamou a atenção do país para o que ele chama “a prova escrita de algo inacreditável”. Sua surpresa é pela publicação do novo livro da socióloga Barbara Thompson: “The Gospel According to Apostle Barack – In Search of a More Perfect Political Union as Heaven Here on Earth” [O Evangelho segundo o Apóstolo Barack - Em busca de uma união política mais perfeita mostrando o céu aqui na Terra].
Com uma profunda análise de muitos discursos de Obama durante a campanha presidencial, a autora estabelece a ideia da formação de uma verdadeira “religião” entre os eleitores, que seguem o “Apóstolo Barack”, esperando que seus divinos segredos políticos estabeleçam o “céu na terra”.
A parte mais estranha do livro de 220 páginas, que analisa 155 discursos, é afirmação da autora que, após seu filho Gibran Thompson ter sofrido um grave acidente, Barbara orou para que ele fosse curado. Logo após a cura do filho, ela diz que teve um sonho onde “o Espírito de Deus” a inspirou a fazer uma “viagem com Apóstolo Barack”.
Chamar Obama de “salvador” ou “messias” não é exatamente algo novo e foi o que pautou sua eleição em 2008, embora não tenha funcionado da mesma maneira em 2012.
Após a reeleição Obama, a colunista Mary Riddle do Daily Telegraph estranhou como a corrida eleitoral deste ano foi tão apertada, considerando que Obama tem sido considerado “o evangelista para um novo mundo, alguém que desejou apagar as fronteiras entre ricos e pobres, muçulmanos e cristãos, negros e brancos… Uma vez a América acreditou na audácia da esperança e viu sua fé ser abusada”.
A professora Thompson leciona na Universidade Florida A&M, e diz que sua esperança é usar este livro para “mostrar ao público o ponto de vista do presidente”.
“Ele dedicou-se a trazer maior igualdade para a classe média e trabalhadora, a sociedade pobre em geral”, disse ela. Ressaltando sua coragem de lutar pelos mais fracos e por seu discurso de transformação, comparou Barack aos apóstolos e a Jesus.
No livro, ela fala sobre o que considera os dois maiores atributos do governo Obama e quais foram suas “fontes de inspiração”: “Jesus andou sobre a Terra para criar uma sociedade mais civilizada e Martin Luther King, uma sociedade mais justa” (página 2).
Segundo o livro, apóstolo é aquele que “lidera ou advoga uma nova causa transformadora”. A autora claramente defende a reeleição dizendo que é preciso tempo para trazer mudanças para o país e mais, que “o Espírito Santo “advogou” pela reeleição” do presidente.
Por fim, a obra aborda também a conversão de Obama, na Igreja Trinity em Chicago, ressaltando o momento quando Obama diz que sentiu “o Espírito de Deus o chamando. Ele se submeteu à vontade divina e decidiu dedicar-se a descobrir a verdade e anunciar as Suas palavras” (página 18).
A professora Thompson disse que sua obra tem o objetivo de ajudar seus alunos que estão com dificuldade de obter um diploma, justamente em meio a pior crise que os EUA atravessam em quase um século. Embora os críticos digam que a culpa é do programa econômico do governo Obama. Para fazer isso, a autora doará 50 por cento dos lucros do livro para a Universidade em que leciona abater da dívida pendente dos alunos.
Com informações de Examiner e Fox News.

Crucificação pode ser realidade para cristãos e judeus no Oriente Médio


Crucificação pode ser realidade para cristãos e judeus no Oriente Médio
Iêmen, Tunísia, Afeganistão, Iraque e Egito usam lei islâmica para fazer justiça
 
  
Crucificação pode ser realidade para cristãos e judeus no Oriente Médio
De acordo com um relatório do jornal “Líbano Hoje”, em sua versão para o inglês, o grupo jihadista Ansar al-Sharia, assumiu alguns meses atrás o controle de uma grande área do Iêmen e já impôs a lei islâmica, ou sharia. Poucos dias depois, o grupo crucificou e expôs em praça pública, três homens, acusando-os de serem agentes a serviço dos EUA.
O analista de terrorismo Walid Shoebat confirma que a inscrição colocada na cruz de uma das vítimas diz: “Ele foi crucificado por três dias, de acordo com a sharia”.
Shoebat afirma que as penalidades segundo a sharia foram aplicadas em homens acusados de passar informações para as forças americanas que possibilitaria ataques de “drones” sem piloto que sobrevoaram o país.
De acordo com a tradução de Shoebat, o relatório do grupo jihadista diz: “Aquele que eles apelidaram de ‘capitão’ foi executado e crucificado, durante três dias, na entrada da cidade de Jaar, na província de Abyan, para ser visto por todos que entram e saem da cidade. Dois sauditas e um iemenita foram executados pela espada, durante e madrugada, pelas mãos do Ansar al-Sharia, e [os terroristas] absolveram o quarto réu da execução por causa de sua pouca idade .
A acusação seria forte. Esses homens teria plantado rastreadores em carros que pertencem a líderes da Al Qaeda. Assim, eles seriam alvos fáceis para os drones ou UAVs (Veículo Aéreo Não Tripulado).
De acordo com Shoebat, as crucificações na região são “algo novo”. O relatório a que ele teve acesso afirma que esse tipo de “incidente” segue a seqüência de eventos que ocorreram anteriormente no Afeganistão e no Iraque, onde o Islã é a religião estatal e a sharia é levada à risca. O que mudou no Iêmen é o fato de parte do país estar nas mãos de grupos ligados a Al-Qaeda, que praticamente exerce a função de governo.
Os extremistas muçulmanos tomaram parte do Iêmen em meio a uma recente tentativa de revolução que visou derrubar o presidente. No último ano, fontes indicam que ocorreram oito execuções por causa da lei islâmica: três por crucificação e cinco por decapitação.
Há relatos de crucificações semelhantes na Tunísia, segundo canal Tunísia-Sat.
Mas a situação mais preocupante é a do Egito. Embora tenha sido negada pelo presidente Mohamed Morsi durante um encontro com líderes cristãos do país.
Em um comunicado de imprensa após essa reunião em 22 de agosto, o Bispo Episcopal-Anglicano do Egito, Mouneer Hanna Anis, disse que está esperançoso. “O presidente nos garantiu que está trabalhando para realizar o sonho de que o Egito seja um país democrático e moderno, onde os direitos da cidadania e previstos na nova Constituição sejam cumpridos”, disse Anis.
Shoebat acredita que, para Morsi, o encontro foi meramente uma oportunidade de aparecer ao lado de cristãos nas fotos, mas que seu discurso é ‘morno e distorcido’, no que se refere às minorias como judeus e cristãos. Recentemente ele foi visto em uma mesquita orando pelo fim dos judeus na terra.
Al Dostour, um conceituado jornal egípcio publicou uma matéria sob o título “Dissidentes da Irmandade Muçulmana crucificam em frente ao palácio presidencial no Egito”, que mostrava fotos de um homem egípcio nu, crucificado e com parte do corpo arrancada. O motivo seria uma tentativa de intimidação aos que protestavam contra o presidente egípcio. A rede Arabic Sky News reproduziu a matéria em seu site, mas o governo nega as acusações.
Ao mesmo tempo, a liderança da Irmandade Muçulmana egípcia e os líderes salafistas que atuam no parlamento estão debatendo a crucificação como uma forma aceitável de punição, pois o país deverá adotar oficialmente a sharia em breve.
Os embates com os coptas do Egito parecem ter aumentado significativamente nos últimos tempos. Um vídeo postado no YouTube mostra coptas lutando violentamente contra os muçulmanos, que estariam, sequestrando mulheres cristãs e fazendo-as de escravas.
Vários jornais árabes também referenciadas as crucificações, e uma série de sites relataram eles, incluindo um que postou uma imagem de um homem que tinha sido alvo, mas aparentemente sobreviveram com uma ferida aberta no seu lado.
Shoebat lembra que a “aplicação estrita” da lei islâmica sempre gera problemas em um país, especialmente no que diz respeito ao trato com os que não seguem o Islã. A expectativa é que em todo Oriente Médio e norte da África, os cristãos possam ver a perseguição aumentar e voltarem a ser crucificados, como ocorria nos tempos do Império Romano. Traduzido de WND.
Veja o video, cenas fortes:

 

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Roqueiro rasga a Bíblia durante show na Polônia


Roqueiro rasga a Bíblia durante show na Polônia    O músico pode pegar até dois anos de prisão por discursar contra a Igreja Católica e a fé cristã          
 
Roqueiro rasga a Bíblia durante show na Polônia
O Supremo Tribunal da Polônia irá julgar ainda este ano o músico Adam “Nergal” Darski, vocalista da banda de death metal Behemoth que rasgou uma Bíblia durante um show.
Ao se apresentar na cidade de Gdynia em 13 de setembro de 2007, Adam resolveu protestar contra a Igreja Católica e rasgou o Livro Sagrado diante de todos os fãs.
“A Igreja Católica é uma instituição imatura, que tenta amordaçar as pessoas e a liberdade de expressão”. “Dizem que este livro é sagrado. Ouso discordar. Para mim, é a fonte de toda a hipocrisia e o pior mal que o homem faz a si próprio”, disse ele ao rasgar a Bíblia.
A justiça entende que o cantor de 35 anos violou uma lei do país, no entendimento do Supremo Tribunal da Polônia, Nergal “ofendeu os sentimentos dos crentes religiosos” e se for condenado, poderá pegar até dois anos de prisão.
O advogado de defesa, Tomasz Wróblewski, garante que o acusado usou sua liberdade artística para protestar não contra uma pessoa, mas contra a instituição e que por isso não deve ser condenado com um radical. As informações são do site Vírgula.

Pastor é assassinado na frente da mulher e filhos na saída de culto


Pastor é assassinado na frente da mulher e filhos na saída de culto
A família suspeita que o religioso foi morto por engano e pede justiça   
  
Pastor é assassinado na frente da mulher e filhos na saída de culto
Ao sair de um culto na noite do último domingo (4) o pastor Vítor José Teixeira, de 43 anos, foi abordado por criminosos que pediram um documento de identificação, mas antes que o religioso pudesse apresentar seu documento foi brutalmente assassinado.
O crime aconteceu em Magé, na Baixada Fluminense, diante da esposa do pastor, Elenice Medeiros, e de seus dois filhos, um de 16 e outro de 17 anos. No depoimento a esposa conta que dois criminosos em uma moto perguntaram se Vítor era o “Alexandre”.
“Eu demorei para pegar a carteira para eles terem certeza de que o nome não era Alexandre, mas eles metralharam o meu marido”, disse.
O pastor da Igreja Batista do Imperador foi atingido por diversos tiros, recebeu socorro, mas morreu a caminho do hospital. Muito abalada a esposa pede por justiça e as demais testemunhas do assassinato temem vingança por parte dos bandidos.

Biografia mostra como satanismo influenciou Mick Jagger


 
Livro mostra como adoração ao diabo interferiu na carreira dos Rolling Stones.
 
 Biografia mostra como satanismo influenciou Mick Jagger
No auge do sucesso, na década de 1960, grupos como os Beatles e os Rolling Stones ajudaram a moldar toda uma geração. Rumores sobre o fato de eles serem mais do que bandas de rock, mas que na verdade serviam a Satanás com suas músicas sempre fizeram parte da história do rock. Os músicos, claro, sempre negaram.
Agora, 50 anos depois do auge, o jornalista e escritor inglês Philip Norman decidiu publicar uma controversa biografia não autorizada de Mick Jagger.
Segundo imagem traçada por Norman, Jagger foi uma das pessoas que ajudaram a inventar o “conceito de estrela do rock, em oposição a mero cantor de uma banda”. Desde seus primeiros dias de vida em uma família de classe média na cidade de Dartford, até chegar aos 69 anos que completou este ano, Jagger teve uma trajetória de vida polêmica.
Em vários momentos, Norman ressalta que o biografado não colaborou com ele. Talvez um dos motivos é o fato de o livro ressaltar o envolvimento de Jagger e sua banda com o satanismo. Marianne Faithfull, esposa do cantor no auge da banda, concedeu longas entrevistas para o jornalista e ela não esconde esses fatos. Contudo, insiste que eles acabaram queimando toda a biblioteca “satânica” do vocalista, embora não dê maiores detalhes sobre isso.
Norman acaba justamente responsabilizando Satanás por todo o mal que acompanhou os amigos de Jagger e as pessoas que o acompanhavam. O biógrafo compara isso com a velha história do cantor de blues Robert Johnson, que teria feito um pacto como o demônio para obter sucesso.
O primeiro empresário dos Stones, Andrew Oldham, ajudou a criar a mítica dos Stones e colocá-los como os antagonistas dos Beatles. Se os meninos de Liverpool eram certinhos, então os Stones seriam diabólicos, segundo Oldham. Jagger sempre seguiu esse conselho à risca. Não por acaso eles são considerados uma das bandas que inventou o rock’n’roll.
Essa seria a justificativa de por que os primeiros álbuns dos Stones trazem referências explícitas ao diabo, seja nas letras das músicas, nas capas dos discos, ou nas performances do seu vocalista nos palcos. Isso talvez explicaria todas as orgias e as festas regadas a álcool e drogas alucinógenos que acompanhavam a banda na estrada.
Segundo o escritor, após Jagger ler o livro “O Mestre e Margarida”, do russo Mikhail Bulgákov. Impressionado com a história e influenciado por Marianne, compôs a música Sympathy for the Devil [simpatia pelo Diabo], que foi um grande sucesso.
Nesse obscuro livro, Bulgákov defende que o grande triunfo de Satanás foi colocar Pôncio Pilatos no caminho de Jesus, recusando a salvá-lo da cruz. Na composição de Jagger, algumas celebridades históricas aparecem para continuar o que foi feito por Pilatos: Hitler, os assassinos da família real russa e os responsáveis pela morte de vários membros da família Kennedy.
Na época, Jagger tentou adaptar O Mestre e Margarida para o cinema, sendo que ele interpretaria Satã. Desde essa época, Norman garante que Jagger passou a se interessar muito por satanismo e magia negra. De modo especial pela obra de Aleister Crowley, um bruxo inglês que tentou popularizar no começo do século passado a feitiçaria.
De acordo com o livro, a atriz alemã Anita Pallenberg, uma das muitas namoradas de Jagger, era bruxa. Na mesma época que saia com ela, Jagger atuou no filme Lucifer Rising [A Ascensão de Lúcifer], do diretor Kenneth Anger, que segundo consta tinha o nome de “Lúcifer” tatuado no corpo e afirmava ser a reencarnação de Aleister Crowley.
A partir de então várias pessoas que atuaram ao lado de Jagger morreram ou passaram por episódios misteriosos que mudaram suas vidas. Jagger amargou uma fama de “maldito”, que acabou influenciando para que nenhum de seus projetos no cinema tenha dado certo.
Com isso, ele concentrou suas forças na carreira musical, que já chega a cinco décadas. Mick Jagger deve fazer sua última tour com os Rolling Stones em 2013. Ele teve quatro casamentos oficiais e sete filhos, incluindo um com a brasileira Luciana Gimenez.
A biografia de Mick Jagger, será lançada no Brasil dia 25 de novembro. Editada pela Companhia das Letras, tem 624 páginas e o preço sugerido é de R$ 49,50. As informações são do jornal Zero Hora.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Três Histórias, Um Destino supera expectativa de público

Três Histórias, Um Destino supera expectativa de público  Nos primeiros dias de estreia, o longa cristão lançado pela Graça Filmes superou o número de expectador por sala do agente 007.
 
 
Três Histórias, Um Destino supera expectativa de público
Em seu primeiro final de semana de exibição, o filme “Três Histórias, Um Destino” superou as expectativas de público, levando mais de 50 mil pessoas aos cinemas.
A obra baseada em um livro homônimo escrito pelo missionário R.R. Soares estreou em 52 salas de cinema no dia 2 de novembro em diversas cidades brasileiras.
O longa foi gravado e produzido nos Estados Unidos e está sendo lançado pela Graça Filmes que investiu nessa obra que narra a história de três personagens que têm suas vidas completamente transformadas por eventos diversos, que exigem uma escolha.
Pelos resultados obtidos nas bilheterias dá para dizer que o filme cristão teve mais espectadores por sala que o novo filme de 007, como bem notou o jornalista Lauro Jardim da revista Veja.
Enquanto “Três Histórias, Um Destino” reuniu 50.180 pessoas em 52 salas, o filme “007 – Operação Skyfall” reuniu 474.440 em 506 salas de cinema, o que significa que 965 pessoas por sala viram o filme da Graça, e 936 por sala conferiram o longa do agente inglês.